O mais comum tem sido o gesso, branco e clean. Em alguns projetos mais ousados tem se visto o cimento bruto, que dá um toque industrial e ainda há quem goste do conforto da madeira. A verdade é que a gente esquece de olhar pra cima às vezes… Sim, estamos falando sobre o teto! Uma simples ideia diferente pode mudar os ares. Que tal um pouco de tinta colorida? Um papel de parede?

A cor pode dar um toque bem especial. Além do teto, é possível brincar com a geometria avançando um pouco mais nas paredes ou escolhendo uma delas para colorir também.

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Se o ambiente for mais descontraído, ainda é possível utilizar papel de parede ou desenhos temáticos.

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Prometemos não fazer spoiler. Mas precisamos falar sobre a cenografia e a produção de arte do filme “Me chame pelo seu nome”. A obra é uma das maiores sensações cinematográficas do ano, o filme atrai não só pela história mas pelo ambientação. A filmagem ocorre em Crema, na Lombardia, onde vive o diretor Luca Guadagnino.

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Mas queremos realmente falar sobre a casa. Em uma vila italiana tradicionalíssima, equilibrando a memória rústica da arquitetura com a modernidade oitentista da família intelectual, com jardins bucólicos e jantares inesquecíveis embaixo da pérgola da varanda.

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A Vila Albergoni, onde as cenas da casa foram filmadas, fica no vilarejo de Moscazzano, mas é uma propriedade privada, e estava na verdade abandonada. O diretor queria comprar a casa, mas não teve dinheiro suficiente para isso. Então ele resolveu fazer um filme nela, restaurando as partes mais degradadas e decorando-a completamente com móveis e objetos da casa de seus pais e de antiquários de Milão.

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Já as árvores foram plantadas lá como parte da cenografia. Mas enfim, a casa está à venda. Quem sabe ela não pode ser sua?

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Fotos: Giulio Ghirardi
Fonte

Um casal escocês criou uma bela casa contemporânea nas ruínas de uma fazenda escocesa do século XVIII. Com o intuito de aproveitar e honrar a riqueza arquitetônica de mais de 200 anos, eles construíram um lugar totalmente futurista, com energia alimentada por painéis solares. Além disso, as diversas claraboias da casa evitam o uso da luz elétrica durante o dia, até mesmo em dias nublados.

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Saks Afridi é um artista multidisciplinar, nascido no Paquistão, que hoje vive e trabalha em Nova York. Ele atua com praticas colaborativas e pessoais.

Em um de seus trabalhos pessoais, que ele chama de “Insider Outsider”, ele busca a prática de alcançar um sentimento de pertencimento enquanto está fora do lugar. Longe de seu pais de origem ele diz sentir-se como um estranho, uma alienígena, pelas diferentes ideologias.

A abordagem fica bem clara no trabalho, a sensação do artista se traduz em um desenho divertido para o clássico tapete paquistanês.

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