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Se você tem em vinil o álbum Transa (1972), do Caetano ou o Tim Maia Disco Club (1978), do Tim Maia, ou ainda o Big Ben (1965), do Jorge Ben, você é dono de alguns tesouros da música brasileira. O Estadão* divulgou nesta semana que os Long Plays dos anos 70 estão sumindo das lojas. Segundo a notícia, os sebos avisam que essas raridades produzidas nos tempos de sonho da indústria fonográfica (1960 – 1970) estão evaporando o que frustra clientes, indigna vendedores e desafia o próprio tempo.

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Numa década em que se ouve música digital, as razões para a compra do vinil são inúmeras. O jornal lista:

1. O interesse por LPs passa por sua maior alta desde que as prensas começaram a parar nos anos 90.

2. Quem tem esses discos hoje sabe de seu valor artístico e, por isso, não os recoloca no mercado.

3. O definhamento do real diante das moedas estrangeiras faz o brasileiro assistir a uma cena comum: japoneses, americanos e europeus voltando para seus países com sacolas cheias de LPs.

4. As frequentes listas de “melhores álbuns de todos os tempos” criadas por publicações especializadas tornam a produção dos anos 1970 objeto de cobiça ainda maior.

5. A única fábrica de vinil da América do Sul, a Polysom, não dá conta de relançar discos em escala considerável.

Então, se você os têm, guarde com carinho!

*Pra ler a matéria completa do estadão clique aqui.

Ah! Uma ótima dica pra quem curte LPs e a boa música dos anos 70 é conferir a série Vinyl que estreou na HBO no último domingo! Tem Mick Jagger na produção e Martin Scorsese na direção! Precisa falar mais?

E que tal umas vitrolinhas pra deixar a decor ainda mais bonita e ouvir suas raridades?

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A canadense Claudie Dubreuil de Mirabel decidiu usar contêineres para construir a sua própria casa. Com quatro grandes contêineres de metal, ao longo de apenas duas semanas de trabalho, ela posicionou as peças e recobriu-as com madeira transformando-os em um lar.

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Para aproveitar a iluminação natural, Claudie utilizou janelas panorâmicas. Bem completa e espaçosa, a casa possui quarto, banheiro, sala, cozinha e até escritório! A decoração tem um belo toque retrô e industrial. Confira o resultado nas imagens!

 

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Tudo que é feito à mão leva um processo  mais lento de produção. E nesse tempo de dedicação que levamos para fazer um objeto, um artigo ou uma peça para decorar nessa casa – SIM! – tem muito amor envolvido! Olhamos para aquilo com muito mais carinho! Por isso pensamos em peças que aqui na região da Serra Gaúcha – de colonização italiana – onde estamos instalados, é muito  comum! O crochet e o tricot! E separamos algumas peças que, além de beleza, agragam conforto ao lar! Inspire-se!

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Nova York. Anos 1930. É de lá que herdamos um glamour que se funde com a rusticidade dos estilos vintage e industrial. Com vontade de reviver estes tempos sofisticados, o designer dinamarquês Søren Rose criou, em parceria com a Menu, as luminárias Tribeca. O nome da série foi emprestado de Triangle Below Canal Street, popular região de Lower West Manhattan que é popularmente chamada apenas pelas sílabas iniciais de cada palavra. As luminárias de piso, de parede e de teto são produzidas com dois materiais: aço enegrecido e latão. Além de incorporar a autenticidade de um estilo retro-chic, os itens transbordam contemporaneidade. A melhor parte? As peças podem ser encontradas no Brasil, na Scandinavia Designs. 01 02 03 04 05 06 07 08

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